Dor de amor, era isso que transparecia, uma dor forte e que não iria passar nem tão cedo, queria poder ajuda-la mas o que um simples narrador pode fazer a uma personagem? Nada a não ser observar, e analisar profundamente as reações. E ela tinha as mais adversas possíveis uma hora sorria por estar se lembrando daquela tarde linda de domingo com o amado, outra hora chorava por estar se lembrando do mesmo domingo.
Bipolaridade? Não. Ela estava sendo refém de suas próprias lembranças, dos momentos que viveu, ela poderia ter aproveitado mais se soubesse que esse seria o fim, mas ela acha que se soubesse o fim teria sido chato, sem emoção.
Agora ela se levanta daquele banco velho, vai em direção as flores que desabrocham, ela deve estar tentando achar um novo caminho, e creio que é ai que sua história começa a mudar, com trechos bons do passado, e trechos melhores ainda do futuro, só ela vai poder decidir, continuarei observando...
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